Está grávida e vai andar de avião? Este post é para si
Sabia que a partir dos sete meses de gravidez a maioria das companhias aéreas exige uma declaração médica que autorize a viagem de avião e que são as low-cost, como a Ryanair, a Vueling e a EasyJet, as que impõem mais restrições e rigor na hora de embarcar grávida?
De acordo com um estudo realizado pela eDreams, apenas a Air Berlin e a Air France permitem viajar até às 36 semanas de gestação sem a referida declaração médica, sendo que as restantes exigem-na logo a partir das 28 semanas.
Já no último mês antes do parto há cinco companhias que não autorizam a viagem, mesmo que com declaração médica, e entre elas está a portuguesa TAP, a par das alemãs Air Berlin e Lufthansa e da British Airways e da Turkish Airways.
Quanto a viagens no pós-parto, sete dias é o período mais consensual e mínimo que a mãe e o bebé devem aguardar até voltar a voar, caso não tenha ocorrido intervenção cirúrgica, como é o caso de uma cesariana.
1. Consultar sempre o médico antes de viajar;
2. Chegar ao aeroporto com algum tempo de antecedência para realizar os procedimentos de embarque de forma tranquila;
3. Identificar-se como “grávida” junto do pessoal da companhia aérea para que possam ajudar no embarque;
4. Utilizar meias de compressão a bordo do avião devido ao elevado risco de trombose;
5. Evitar refeições pesadas e bebidas com gás;
6. Beber muita água durante a viagem, já que o ambiente no avião é mais seco;
7. Apertar o cinto de segurança na zona pélvica, por baixo do abdómen;
8. Solicitar um lugar no corredor para poder ir à casa de banho com mais facilidade;
9. Em caso de gravidez múltipla, informar-se junto da companhia aérea quais os requisitos pois poderão variar.
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