terça-feira, 19 de julho de 2016

#Estudo: suplementos na gravidez são perda de tempo e dinheiro


Além do ácido fólico, durante a primeira gravidez fiz suplementos vitamínicos porque supostamente faziam bem e sempre eram uma dose extra de alguns nutrientes que não conseguia ingerir na quantidade que eu achava ser necessária. A verdade é que só me trouxeram duas coisas extra: apetite e 20kg a mais na balança. E uma coisa a menos: dinheiro na carteira, pois os suplementos são tudo menos baratos...

Nesta segunda gravidez já não cai no mesmo erro e o que é certo é que consegui controlar muito melhor a fome e a gula e acabei por ter uma alimentação muito mais saudável. Os únicos comprimidos que tomava eram mesmo o ácido fólico e o iodo que entretanto passou a ser recomendado pelos médicos. 

A confirmar esta minha suspeita, um estudo divulgado pela revista online Drug and Therapeutics Bulletin refere que a maioria das futuras mamãs não precisa de suplementos durante a gravidez. Segundo uma análise realizada aos produtos, concluiu-se que estes não melhoram em nada a saúde nem da mãe nem do feto, excepto o ácido fólico e a vitamina D, aliados a uma dieta saudável.

De acordo com os investigadores, o consumo de 400mg de ácido fólico por dia pode comprovadamente proteger o feto contra anomalias no cérebro e na coluna vertebral; assim como 10mg de vitamina D diários podem ajudar mãe e bebé a ter ossos saudáveis, além de reduzirem os riscos de pré-eclâmpsia e de promoverem uma melhor adaptação da placenta.

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