O nosso quarto parece um acampamento, mas tudo por um bem maior: dormir


As rotinas cá de casa estão pela hora da amargura, pelo menos que respeita ao dormir... 

Primeiro foi o baby Pedro com uma mononucleose a chorar noites a fio, a dormir por curtos espaços de tempo e só no meu colo e a princesa Leonor a acordar a meio da noite a chorar e a querer ir dormir connosco porque se sentia sozinha no quarto dela...

Depois, com o regresso ao colégio e à aparente normalidade, foi a tentativa de voltar às rotinas, mas com o Pedro sem vontade nenhuma, mais preocupado em brincar às 3h da manhã ou em palrar às 5h e até em ficar acordado até à meia noite com a mana... tough nights!

A seguir foi o pai a ficar doente e a mãe (sozinha) a ter de gerir os leites e a hora de ir deitar, já com os sonos em atraso há nove meses e com uma princesa a não querer ir para a cama dela. Seja pelo frio ou pela companhia, a escolha tem sido só uma: dormir connosco.

Agora, para bem do mundo em geral, mas nosso em particular, dormimos todos juntos. O Pedro no berço, claro está, e os papás e a princesa na cama. Sorte ser uma cama grande, mas mesmo assim, parece que vivemos num acampamento constante, uma espécie de férias permanentes. 

A vantagem? A mais óbvia: dormir um par de horas de seguida, até o Pedro acordar novamente para beber leite, mas pelo menos há menos uma criança para levantar e deitar 3 ou 4 vezes por noite; a mãe anda mais bem disposta; o pai já recuperou e pode ajudar; e o baby já começa a perceber que a noite é para dormir, mesmo que seja em turnos de 2h30 em 2h30...

Share:

0 comentários