Marcas Avant-Garde

Patrícia Ramos. Com tecnologia do Blogger.
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Desde 2011, que a marca Alex and Ani já entregou mais de 30 milhões de dólares em donativos a organizações sem fins lucrativos e estabeleceu parcerias com mais de quatro dezenas de instituições de beneficência.

Este ano é a vez da marca de pulseiras eco-friendly e com mensagens positivas chegar a Portugal com o projeto Charity by Design. Até ao dia 8 de julho, a Alex and Ani oferece um desconto de 30% em artigos selecionados e uma percentagem das vendas irá reverter a favor da Associação Animais de Rua com o objetivo de apoiar o seu trabalho na área da proteção de animais de risco. Esta iniciativa dá seguimento a um projeto solidário na área da proteção e defesa de animais domésticos em risco em Portugal que incluiu um donativo de dois mil euros entregues à União Zoófila no início do ano.


Aliada a esta alma solidária, a marca norte-americana Alex and Ani cria peças de joalharia e acessórios ecológicos, dotados de um significado especial que pretendem avivar a luz que reside dentro de cada um de nós, sendo que cada peça traz consigo um cartão com um texto especial sobre o simbolismo daquele artigo. Segundo a responsável pela marca em Portugal, «a maioria dos clientes guarda esse cartão junto do artigo e lê-o para reforçar a sua própria energia positiva». «É incrível trabalhar num projeto deste género com uma vertente tão emocional e que devolve à sociedade o que a sociedade lhe dá.»

Confesso que já era fã das pulseiras, mas desconhecia que cada modelo tinha uma história por trás que, aliada a um design específico, tinha o objetivo de tornar o nosso dia ou uma ocasião especial ainda mais especial e cheia de boas energias. Acreditar consegue mesmo fazer milagres.

Há mais ou um mês decidimos levar a princesa Leonor ao Oceanário. Imaginámos logo que iria adorar, pois sempre que vamos ao Zoo de Lisboa sai de lá radiante com os animais, tão radiante quanto cansada. Normalmente entra no carro e 'apaga' no momento seguinte tal a exaustão em que se encontra e como ela não é de todo menina para dormir fora da sua zona de conforto, luta contra o sono e só cede quando entra em território conhecido, neste caso o carro. 

Sinceramente, não sei se desta vez foi a princesa ou a mamã e o papá quem saiu mais maravilhado do Oceanário... Eu pessoalmente adorei a paz e tranquilidade que transmite. Se não fossem as dezenas ou centenas de pessoas que lá estavam acho que ainda seria uma experiência mais instrospetiva e zen, mas como decidimos ir a um domingo, não havia forma de fugir às enchentes. Este é mesmo daqueles espaços que associamos de imediato a uma procura constante, seja por parte dos turistas, seja por parte dos portugueses e de todas as idades. 

Antes de entrar, a princesa Leonor só dizia que queria ver as tartarugas, os polvos e imagine-se... as baleias. Saiu um pouco desiludida pela parte da ausência de baleias, mas achou muita piada aos tubarões mais pequenos, às raias e aos peixes em geral. Andava deliciada a correr de um lado para o outro e só se ria quando alguma criatura marinha se aproximava do vidro. Uma espécie de risadas nervosas e meio receosas dada a proximidade, misturadas com o entusiasmo e felicidade. 

Este é mesmo daqueles sítios que recomendo a quem miúdos pequenos. Torna-se numa experiência maravilhosa para fazer em família e garanto que tanto os pais como os filhos saem de lá satisfeitos. Além disso, serve para cansá-los. Ou seja, dá para trazê-los em silêncio e a dormir no banco de trás.

A par destas visitas familiares, o Oceanário de Lisboa tem ainda um programa educativo, em parceria com as escolas portuguesas, que já abrangeu mais de 800 mil alunos e que continua em expansão com o objetivo de incentivar a descoberta das maravilhas dos nossos oceanos e estimular comportamentos de prevenção da Natureza.
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Sobre mim

Patrícia Ramos. 36 anos. Mãe de uma princesa Leonor com 5 anos e de um baby Pedro com 2.
Ex-jornalista e atual assessora de imprensa. Apaixonada por viagens, moda, livros e praia.
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