Marcas Avant-Garde

Patrícia Ramos. Com tecnologia do Blogger.
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Em 2015, Maria (5324) e João (1932) continuaram a ser os nomes mais escolhidos pelos pais portugueses para os seus rebentos. No entanto, há cada vez mais opções e mais originais na lista do Instituto dos Registos e Notariado. Do lado das meninas, por exemplo, Luana conquistou a 18ª posição com 557 registos; Bianca teve 494; Íris 462; Yara 305; e Yasmin 243. Já no caso dos meninos registaram-se 584 bebés com o nome Diego, 346 chamados de Enzo, 100 de David e 88 de Kevin.

No extremo oposto e a perderem terreno na lista de nomes mais populares estão as Andreas (6) e as Cátias (20) que ficam quase no fim da lista a par das Judites, Adelaides, Eugénias, Graças e Manuelas. Os Jaimes, os Fernandos, os Albertos, Amadeus e Alfredos também parecem estar condenados ao esquecimento na hora de escolher o nome para o filho.

E na lista também há espaço para inspiração em pessoas famosas, sendo que houve 59 pais a escolherem o nome Cristiano, 73 Micael, e até houve quem se inspirasse além fronteiras nas cantoras Adele e Rihanna, ambos os nomes com um registo.

Cá em casa também parece que seguimos tendências, sendo que a princesa Leonor tem o segundo nome mais comum da lista do ano passado (1999) e o baby Pedro o 13º com 1065 registos. Falta de originalidade ou excesso de 'bom gosto'? Ahahaha


Os 10 nomes mais usados no feminino:
1º Maria – 5324
2º Leonor – 1999
3º Matilde – 1889
4º Beatriz – 1268
5º Carolina – 1228
6º Mariana – 1205
7º Ana – 1060
8º Inês – 1001
9º Margarida – 989
10º Sofia – 950

Os 10 nomes mais usados no masculino:
1º João – 1932
2º Martim – 1778
3º Rodrigo – 1666
4º Santiago – 1632
5º Francisco – 1593
6º Afonso – 1439
7º Tomás – 1409
8º Miguel – 1271
9º Guilherme – 1187
10º Gabriel – 1143


Este sábado de manhã a chuva deu tréguas e com o sol por companhia fomos até ao Pestana Palace para um evento da Dodot. O objetivo era simples: conhecer a nova gama de fraldas da marca que tem uma tecnologia inovadora em 'tubos' que evita aquele efeito de 'fralda pendurada' que infelizmente é bem comum para quem tem filhos pequenos... 


As autoras dos blogues Cócó na Fralda e A Pipoca Mais Doce foram desafiadas a fazerem o teste a duas fraldas da mesma marca, mas uma da gama antiga e outra da linha #dodotnãodescai. O resultado foi surpreendente: além de absorverem rapidamente o xixi e de evitarem que saia quando eles se sentam, rebolam ou simplesmente quando estão a dormir, as novas fraldas ainda mantêm a forma, ou seja, acabaram-se aquelas imagens de bebés literalmente com dois litros de xixi.


Felizmente a princesa Leonor já está na reta final do contacto com as fraldas e já só as usa durante a noite, mas para o baby Pedro ainda há uma longa caminhada [de fraldas] pela frente. A vantagem é que ele já não vai fazer as figuras de 'fralda pendurada' em versão XXL que ela fazia [ahahah]. 
Já têm ideias para o disfarce de Carnaval dos mais pequenos? Cá por casa a baby Leonor escolheu um vestido de Minnie rosa com bolinhas pretas que lhe fica tão bem :) Infelizmente com a organização do baby shower do mano Pedro e com uma barriga de 35 semanas não sobra muito tempo para versões DIY, mas não resisti em tirar ideias online que hoje partilho com mamãs que tenham mais tempo livre e algum jeito para os trabalhos manuais. 

Para os fãs de Star Wars:


Para os que não resistem a doces e guloseimas:



Para os que têm sentido de humor:



Para papás com talento e princesas exigentes:


Para os mais pequeninos, mas que não querem perder a festa:



Com o dia do nascimento do baby Pedro a pouco mais de três meses de distância, há certas tarefas obrigatórias, mesmo para alguém que tem momentos em que quase se esquece que está grávida...

Preparar a mala da maternidade (que ainda nem foi comprada); ver roupinha para os primeiros meses porque o que ficou da Leonor tem excesso de peças rosa e lilás; começar a procurar berço; e ver as novidades de puericultura didáticas, que são essenciais para o desenvolvimento de qualquer bebé.

Hoje partilho com vocês algumas das novidades da Tigex para os nossos príncipes e princesas. Com cinco décadas de experiência, esta marca líder em artigos pequenos puericultura em França oferece uma vasta gama de tapetes e cubos de atividades, guizos de dentição, chocalhos, doudous e peluches com diferentes texturas, sons e cores que ajudam na aprendizagem, assim como soluções engenhosas para incentivar os mais pequenos a comerem de forma autónoma (estas já são conhecidas cá em casa porque a princesa felizmente já come sozinha).


Aprendizagem colorida e divertida

Cubo de atividades PVP: €15,81


Espiral de atividades. PVP: €18

Bola divertida. PVP: €15,20 (cada)

Mimos e doçuras 

Guizos sonoros. PVP: €8,35 (cada)

Tapete de brincar. PVP: €57,11

Momentos 'come a papa'




O que faziam os nossos pais quando éramos bebés e simplesmente não queríamos dormir ou não parávamos de chorar? 
Possivelmente inventavam 'macacadas' e outras vezes deixavam-nos chorar com o intuito de nos 'educar' ou ensinar que a noite era para dormir ou que tínhamos de ficar na nossa cama e não no colo da mamã, por mais tentador que este fosse...

Vinte ou trinta anos depois, o que fazem os pais de hoje? Poucos são aqueles que os deixam chorar, seja por vergonha, por temerem que o vizinho do lado lhes bata à porta a refilar ou por não quererem receber uma visita da polícia que acha que estão a maltratar o filho. E 'macacadas' também estão fora de moda, ou não tivessem os miúdos de hoje pais que trabalham 10 horas por dia, cinco ou mais dias por semana, que chegam a casa sem paciência e que até já lhes compraram uma TV para o quarto ou mil jogos que fazem tudo o que eles podem precisar.

Então qual é a solução quando até os brinquedos ditos 'tradicionais' falham?
A resposta é simples: gadgets. Sejam aqueles que os pais compraram especificamente para os filhos, como as consolas de videojogos, as Wiis ou os computadores que chegaram a casa com o pretexto de serem para a escola (apesar dele ainda só estar no infantário), sejam o tablet da mãe ou o iPhone do pai quando estão a almoçar ou jantar fora para os entreter.

Mesmo com imensos estudos que apontam para os malefícios do uso das novas tecnologias em idades precoces, a verdade é que os pais os continuam a ignorar e a dizer: «é só desta vez!».

E contra mim falo... quando a minha princesa tinha perto de dois anos, 'apresentámos-lhe' o tablet, até porque o gadget estava lá por casa e precisava de mais utilidade. Ela 'apaixonou-se' de imediato e nós pensámos: «isto até é didático». Normalmente, via os desenhos animados que passavam na TV e outros mais antigos, incluindo alguns da geração dos papás que ficavam babados com a sua destreza manual a passar e pesquisar vídeos e imagens.

O problema começou quando ela já só queria ver o tablet e não ligava nenhuma aos restantes brinquedos, já para não falar que levava horas até adormecer e de repente já só fechava os olhos se estivesse frente a frente com o pequeno ecrã de cores brilhantes e sons fascinantes. Foi aí que percebemos que nos tínhamos de divorciar do pequeno aparelho e mostrar-lhe por gestos que aquela relação tinha os dias contados e que era tudo menos saudável.

Aproveitámos um fim de semana fora para não levar o 'bichinho' e dedicámos todo o tempo que tínhamos a mostrar-lhe as vantagens de simplesmente brincar com bonecas e carrinhos ou fazer desenhos com lápis e canetas. Quando perguntava pelo tablet, a resposta era simples: «está estragado». De regresso a casa, a desculpa da avaria continuou. Umas vezes entendia, outras vezes mostrava a sua indignação com lágrimas, mas tinha de ser.

E uma das verdadeiras lições desta mudança de comportamento para nós, pais, foi precisamente essa, que por vezes temos de os deixar chorar. Falar com eles é sempre essencial e explicar os motivos das nossas atitudes, mas contrariar as suas vontades com gestos também é muitooo importante. E como a minha mãe diz sempre: «mais vale chorarem eles agora, do que nós (pais) mais tarde».

Qual é a mãe ou pai que nunca passou pelo questionário de outro progenitor sobre o número de dentes que o seu bebé já tem, pelo número de palavras que já consegue dizer ou com quantos meses começou a gatinhar ou a andar?! Acho que nenhum conseguiu escapar ao verdadeiro ritual de competição pelo mais rápido, giro, inteligente e fofo bebé...

Eu até acho saudável falar sobre a evolução dos filhos, sobretudo para os pais de primeira viagem que podem ter mais dúvidas sobre o desenvolvimento dos seus rebentos e os grupos de pais no Facebook e fóruns são assumidamente uma ótima ferramenta para responder a pequenas questões. O problema é quando isso vira obsessão... e de repente encontramos uma amiga, prima, colega ou até uma simples desconhecida que se cruza na caixa de supermercado e que também tem um filho no carrinho e que começa com uma simples pergunta como «oh tão giro! Tem quanto tempo?». Em 90% dos casos, o diálogo que se segue é algo semelhante a um quizz e parece ter prémio porque a 'guerra' é aberta.

Percentil, dentes, número de palavras proferidas, chucha, andarilho, papas e leites de transição são apenas algumas das temáticas abordadas nos minutos que se seguem e todos têm teorias e exemplos infalíveis que vêm deste as avós e bisavós dos bebés...

Findas as rivalidades entre mamãs, fica a sensação de cansaço. Parece que fizemos uma verdadeira maratona e qual é o prémio? Nenhum na verdade... se bem que acredito que haja algumas mães que se sentem vitoriosas por perceberem que o seu filho está mais desenvolvido e é bem mais 'esperto' do que o da vizinha e ainda tem menos 15 dias... (uau!)

Sinceramente, não há nada mais irritante do que este género de competições, nem para as teorias infalíveis das avós, bisavós, tias e afins... Eu sempre fui apologista de ouvir todos os conselhos e fazer a minha própria triagem do que interessa aplicar e do que pode ir para a reciclagem, mas mesmo assim às vezes é desgastante todo este processo...

Por isso, antes de começarem numa rivalidade desenfreada com a mamã que está à vossa frente na fila do hipermercado, pensem duas vezes no que isso realmente vos vai trazer de positivo e lembrem-se que cada bebé e criança tem ritmos de crescimento diferentes e enquanto um começa a andar mais cedo e pode ter dentes mais tarde, outro pode ser mais falador, mas nem sequer gatinhar...
Setembro é oficialmente o mês dos recomeços e por aqui partilhamos algumas mini tentações para os nossos príncipes e princesas. Padrões floridos e contrastes em dourado para as meninas, xadrez e ganga azul para os meninos e muita animação e garra são sempre combinações perfeitas para o regresso às aulas e para começarmos a pensar no outono com outro carinho. Ou seja, tentarmos esquecer um bocadinho a chuva, as correrias a tentar fugir dela e até as temperaturas mais frescas que já não convidam tanto a passeios ou noites na varanda... Aqui ficam algumas propostas da Zippy para a coleção da próxima estação. 










A minha história com a Mustela começou com o nascimento da princesa Leonor. Apesar de não ter sido a minha primeira escolha e depois de uma ligeira alergia a outra marca, a Mustela revelou-se na companhia perfeita para as rotinas de higiene, banho e hidratação da baby L. Acho que para isso também contribuiu a nova fórmula da marca com o mesmo cheiro de sempre, mas com um maior respeito pelas particularidades de uma pele muito mais sensível do que a nossa e com necessidades diferentes. Sou assumida fã do creme muda fraldas 1-2-3, do dermo lavante para a hora do banho e da água de toilette que é super leve, fresca e fácil de aplicar, ótima para os dias de calor em que os bebés suam mais. E por falar de verão, o protetor solar também é Mustela, se bem que agora fiquei cheia de vontade de experimentar a novidade do spray em pistola que tem um bloqueio de segurança que permite que ela brinque com a embalagem sem acabar ensopada em protetor solar. 

Hoje, a convite da marca, fui conhecer os segredos de 60 anos de história, experiência e cuidado com a pele dos mais pequenos, que começa logo no momento do nascimento. A marca de origem francesa já está presente em 86 países, comercializa 30 milhões de produtos anualmente, o que se traduz numa média de uma unidade vendida por segundo, e tem uma avaliação muito positiva no que respeita aos critério internacionais de intolerância. Em cada milhão de produtos vendidos só são reportados três casos de intolerância, valor que coloca a marca entre as melhores a este nível. 

E a pergunta que se coloca é precisamente qual o segredo para estes números de sucesso? A resposta é simples: os ingredientes dos produtos. Além de não terem parabenos, nem álcool ou extratos de plantas geneticamente modificadas, 92% dos ingredientes são de origem vegetal e contém perseóse de abacate que protege as células estaminais protegendo-as de 80% das agressões exteriores como é o caso dos raios UV e do stress. A juntar a estas características diferenciadoras, a Mustela aposta na sensorialidade e na emoção através de uma assinatura olfativa única. Todas as mães sabem do que falo, é impossível não conhecer o cheirinho desta marca. As embaixadoras de marca em Portugal, como Rita Mendes e Isabel Figueira, falam precisamente disso e até mencionam que por vezes são elas próprias que usam os produtos dos filhos. 

Para breve a marca tem outra novidade, o Baby Spa by Mustela que consiste em aulas de estimulação sensorial, massagens multi-sensoriais e hidroterapia. Só há um contra, ainda só estão disponíveis no Porto, mas a Mustela promete trazer este conceito em breve para Lisboa. 
O Carnaval está quase aí e de certeza que as pessoas com filhos pequenos olham para esta data de uma forma mais especial, mas também com alguma preocupação, ou não fosse tão difícil escolher a máscara 'perfeita'. Eu confesso que já ando a pensar no assunto há algum tempo, mas ainda não me decidi... Por isso, andei a tentar tirar ideias na internet e aqui ficam algumas das que mais gostei ou que não resisti em partilhar por serem tão amorosas (coisas de mãe). A maioria dos disfarces podem ser feitos em casa, desde que haja tempo e alguém com jeito para trabalhos manuais e alguma paciência. 








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Sobre mim

Patrícia Ramos. 36 anos. Mãe de uma princesa Leonor com 5 anos e de um baby Pedro com 2.
Ex-jornalista e atual assessora de imprensa. Apaixonada por viagens, moda, livros e praia.
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