Marcas Avant-Garde

Patrícia Ramos. Com tecnologia do Blogger.
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Esta foto super conhecida da modelo Gisele Bundchen não está censurada, mas encontrei umas
quantas online que cortam ou colocam efeitos visual da mão do bebé para baixo (shame).

Nos últimos meses muito tenho ouvido falar sobre amamentar em público e este recente pudor que a sociedade parece ter de ver uma mãe a alimentar o seu bebé, na maioria das vezes sem mostrar mais de um centímetro ou dois de pele. Parece que de repente o mundo se lembrou que esse gesto de amor, mas também essa necessidade fisiológica que é comum a todos os seres humanos, é um comportamento repreensível em locais públicos e que deve inclusive ser proibido...

Será que sou a única a achar isto uma verdadeira palhaçada, sobretudo numa altura em que tanto se apela à amamentação exclusiva até aos seis meses e em que todos os pediatras e médicos tanto falam sobre os benefícios deste gesto para os bebés? 

Confesso que da princesa Leonor por várias vezes me senti constrangida porque as pessoas olhavam com um ar reprovador ou viravam a cara e eu nem sempre encontrava um local apropriado para o fazer longe da 'sociedade' que me olhava como se eu estivesse a cometer um crime. Várias foram mesmo as vezes que lhe dei de mamar dentro do carro ao estilo 'estou-a-fazer-algo-de-ilegal' por isso vou ficar aqui escondida. 

No entanto, três anos se passaram e muita coisa mudou, inclusive as infraestruturas dos shoppings que quase todos passaram a incluir uma ou mais zonas para troca de fraldas e amamentação. Contudo, as mentalidades parecem ainda não evoluído o suficiente e não falo apenas de Portugal, pois esta polémica não se limita às nossas fronteiras como é óbvio. O que mudou muito foi a minha mentalidade. Deixei de me preocupar e sinceramente neste momento dou de mamar ao baby Pedro quase em qualquer sítio. Se ele tem fome e eu encontro uma cadeira ou banco onde o posso fazer, o que me impede? Não são certamente esses olhares reprovadores e espero sinceramente não ser a única a pensar assim, porque o que realmente interessa é que os nossos príncipes estejam bem. 

Óbvio que não o faço de forma exibicionista, mas também acho que nunca vi ninguém a fazê-lo dessa maneira. A maioria até o faz de forma tão 'tapada' e escondida que a criança às vezes parece que vai sufocar debaixo de tantas fraldas ahahaha.

Bem, e apesar disto para mim ser uma 'não questão', não consegui passar-lhe ao lado sem partilhar a minha opinião com vocês porque acho que ninguém se deve esconder por estar a fazer algo tão maravilhoso como é amamentar um bebé, tomara todas as mães conseguirem fazê-lo...


Desde que engravidamos que começamos logo a ouvir os médicos e as enfermeiras a dizerem-nos que dar de mamar é essencial para o bom desenvolvimento dos nossos bebés e que lhes dá mais defesas e anticorpos, além de ajudar na recuperação da boa física das mamãs logo no pós-parto. 

No entanto, parece que há também um impacto positivo da amamentação no comportamento dos mesmos. Segundo um estudo realizado na África do Sul, e publicado na revista PLOS Medicine, os bebés que apenas se alimentam de leite materno vêem reduzido em 56% a probabilidade de terem desordens comportamentais em comparação com aqueles que só mamam durante o primeiro mês após o nascimento.

De acordo com a médica responsável pela investigação e acompanhamento de 1500 crianças sul-africanas, Ruth Bland, o custo económico destes comportamentos 'desviantes' é «enorme» na sociedade e lembra que os crimes atribuídos às pessoas que sofrem destes distúrbios rondam os 100 milhões de euros só no Reino Unido. 

Estratégias para que a amamentação seja bem sucedida:

- Escolha um local e um ambiente tranquilo e silencioso para dar de mamar;

- Use uma almofada de amamentação para que a posição seja a mais confortável possível tanto para a mamã como para o bebé;

- Certifique-se de que o bebé introduz toda a auréola na boca de forma a fazer uma boa pega. Além de estimular a produção de leite ainda evita que a mamã sofra com gretas;

- Se conseguir e se precisar, utilize uma bomba para extrair leite. Esta pode ser uma forma de evitar mastites e de dar leite materno ao seu príncipe ou princesa quando não está em casa ou quando regressa ao trabalho (este pode ser conservado no frigorífico até 24horas numa embalagem esterilizada);

- Alimente-se como deve de ser para ter energia e leite suficientes para dar de mamar. Deixe as dietas para mais tarde e pense primeiro na saúde do seu filho.

Quem tem um bebé com cólicas de certeza que já experimentou tudo o que é possível e até o mais improvável para poupar o príncipe àquele sofrimento e ganhar umas horas de sono e descanso. As tradicionais gotas de Aero-OM ou o mais recente Colimil, as massagens na barriga e os exercícios com as pernas, as toalhas aquecidas e as gotas de Infacol ou de Gripe Water importadas do Reino Unido ou trazidas pelos amigos que lá vivem são apenas algumas das coisas que os pais experimentam em desespero.

E hoje li mais uma sugestão interessante que, segundo um grupo de dentistas de Lousada, pode ajudar a reduzir o mal-estar e o aparecimento de cólicas. Os especialistas que desenvolveram um projeto de limpeza da mucosa bocal após o aleitamento defendem que os recém-nascidos que são amamentados acumulam ao final do dia muito leite na boca e nas gengivas que acaba por azedar e provocar cólicas. 

A melhor forma de o prevenir (e não custa tentar) é precisamente limpar diariamente a boca dos bebés com uma compressa ou com uma dedeira em silicone, acrescentam os especialistas ao Correio da Manhã na edição impressa de ontem.

Aqui fica uma ideia engraçada da OrigamiKids: o primeiro conjunto de higiene oral, com direito a dedeiras de silicone para os primeiros meses e escovas para depois do nascimento dos primeiros dentinhos e com a vantagem de todos os produtos serem eco-friendly.



O cabelo e as unhas são vistos pelo nosso organismo como elementos não essenciais, daí que sejam os primeiros a mostrar sinais de enfraquecimento quando alguma coisa não está bem, seja a nível hormonal ou provocado por situações de stress, alimentação deficiente ou medicação; ou ser de origem genética ou hereditária. 

Tendo em consideração que o pós-parto é das fases em que cai mais cabelo, mas que a maioria das mulheres não pode fazer medicação (pelo menos sem aconselhamento médico) porque estão a dar de mamar (como é o meu caso), procurei encontrar alternativas que as ajudem a reduzir o impacto destas alterações hormonais na sua imagem, sobretudo porque a queda de cabelo é vista como uma preocupação para nove em cada dez mulheres, já para não falar que um cabelo cuidado transmite mais confiança ao nível laboral, segundo responsáveis de recursos humanos inquiridos num estudo da Viviscal. 

Além de ter uma vida saudável, sem tabaco e sem álcool, e de não abusar de produtos de styling, secadores e pranchas de alisamento ou para fazer caracóis com temperaturas demasiado elevadas, há alimentos essenciais para fortalecer a queda de cabelo durante o pós-parto, mas sem prejudicar a amamentação. A Viviscal partilhou com o Marcas Avant-Garde algumas sugestões da nutricionista Natália Costa que podem fazer a diferença:

1. Ingira peixes como sardinha e salmão e sementes como a linhaça que são ricos em Ómega 3, ácidos gordos polinsaturados e o complexo marinho AminoMar C (responsável por fornecer as proteínas essenciais necessárias para a nutrição do cabelo) que ajudam a promover o crescimento capilar, além de lhe darem brilho e hidratação;

2. Coma vegetais de cor verde escura como os brócolos, agriões e espinafres. Recorde-se que a carência de ferro no nosso organismo leva muitas das vezes à anemia, que se caracteriza pela diminuição dos glóbulos vermelhos, havendo um menor aporte de oxigénio às células dos fios capilares, provocando a quedas acentuadas.

3. Prefira as carnes brancas como o frango e o peru e a carne escura de vaca;

4. Ingira leguminosas como o feijão, o grão, as favas e as ervilhas, a soja e as lentilhas que são ricos em proteínas, pois estas são o elemento estruturante do fio do cabelo: a célebre queratina. Sem os aminoácidos que compõem essas ditas proteínas, a síntese de queratina será insuficiente, retirando força e vitalidade ao cabelo;

5. Não se esqueça da importância dos vegetais e da fruta, sobretudo do kiwi, frutos vermelhos e tomate que têm vitamina C. Recorde-se que a vitamina C é um poderoso antioxidante, protegendo o nosso cabelo das agressões diárias, como a poluição e o uso de produtos mais agressivos, devolvendo-lhe brilho e vitalidade.

6. Coma bastantes vegetais e frutas ricas em betacaroteno (batata doce, cenoura, papaia) porque o betacaroteno é transformado no nosso organismo em vitamina A permitindo a formação de óleos naturais ao couro cabeludo, evitando assim a sua descamação;

7. Introduza na sua alimentação cereais, sementes e oleaginosas como a aveia, arroz, sementes de girassol, nozes, amêndoas e castanhas que são ricos em zinco, selénio e cobre que são fundamentais para o natural fortalecimento do cabelo.

O meu pior pesadelo confirmou-se. Andei uma semana a adiar e a acreditar que as dores de garganta iam passar e que não ia ser nada de grave. Quando comecei a ficar rouca ataquei com mel, muito cházinho e ben-u-ron, mas quando veio a expectoração percebi que a cura já não estava nas minhas mãos. 

Como estou a amamentar fiquei cheia de medo de ter de fazer antibiótico e de isso prejudicar o leite e o meu príncipe. Não queria nada ter de deixar de mamar, mas muito menos que os medicamentos lhe fizessem mal. E quando ouvi o enfermeiro da triagem falar em raio-x o meu coração ficou ainda mais apertadinho. Fui logo ao Google pesquisar se havia contra-indicações e lá está que o Google não ajudou só baralhou... Uns dizem que sim, outros garantem que não. 

Quando o médico me disse que do antibiótico não me escapava porque estava com uma faringite e que tinha de fazer um raio-x porque a auscultação estava «rude»... seja lá o que isso for... comecei a questioná-lo sobre o impacto disso tudo na saúde do baby Pedro que ainda nem quatro meses tem.

Lembrou-me que mais vale o leite de uma mãe que se está a tratar do que uma que está doente; comparou o impacto do raio-x à poluição que o chichi do meu bebé teria no meio do Oceano; e garantiu que me estava a receitar um antibiótico que sai do organismo sobretudo pela urina (80%) e que o resto é isso mesmo residual e com poucos efeitos negativos.

Lá fui eu a caminho do raio-x. Mais tranquila, mas não totalmente descansada. Aproveitei para também perguntar a opinião à especialista que me ia fazer o exame e a expressão deixou-me angustiada. Foi franca e direta e recomendou-me que ficasse 24 horas sem amamentar para garantir que não passava nada para ele. Imaginei 24 horas sem lhe dar mama e doeu-me o peito. Se às vezes tenho de sair e deixá-lo um par de horas na minha mãe e o peito parece que vai rebentar, quanto mais um dia inteiro... Ela acabou por me dizer que no mínimo 12 horas. Confesso que só aguentei 8 horas e que estou a tentar confiar nas palavras do médico. Ah e parece que no meio disto tudo tenho sorte: «ainda não é pneumonia»... 
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Sobre mim

Patrícia Ramos. 36 anos. Mãe de uma princesa Leonor com 5 anos e de um baby Pedro com 2.
Ex-jornalista e atual assessora de imprensa. Apaixonada por viagens, moda, livros e praia.
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