Marcas Avant-Garde

Patrícia Ramos. Com tecnologia do Blogger.
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Pensei muito antes de escrever este post, até porque acredito que vai ferir susceptibilidades, mas decidi fazê-lo porque tenho a certeza de que também vai pôr muitos pais, tios, padrinhos e até amigos a pensarem mais nas escolhas alimentares que fazem para as festas dos mais pequenos. 

Eu ainda sou do tempo em que as festas de anos eram dos poucos momentos em que podíamos comer doces e salgados com menor controlo por parte dos pais. Primeiro porque não eram bens de primeira necessidade e naquela altura a gestão do orçamento familiar era mais apertada, logo não havia na despensa um "batalhão" de batatas fritas e gomas; depois porque não havia no supermercado tanta variedade de chocolates, fritos e snacks; e por último porque também não eram tão "baratos" como são hoje. 

No entanto, nos últimos anos entrámos oficialmente naquilo a que chamo "happy hour of fast, sweet and Instagramer food", o que quer dizer que o que realmente interessa é que a comida e os snacks tenham um aspeto "delicioso", colorido, fotografável e de fazer "inveja" às outras mães e pais. O problema é que muitas vezes essas escolhas são tudo menos saudáveis... já imaginaram quantas calorias, gordura e açúcar é que tem cada mini mousse de chocolate, cada panqueca ou fatia de bolo, cada bolinha de brigadeiro com leite condensado e chocolate, cada pastelinho de bacalhau, cada mini hambúrguer, cada salgadinho de carne ou camarão? Ai... se calhar é melhor não usar a máquina de calcular porque em meia hora podem ultrapassar o valor ideal para o dia inteiro e passar facilmente a quantidade de açúcar ou sal desejáveis para uns dias...

E foi quando alguns pais começaram a fazer essas mesmas contas que começou a surgir uma nova onda de opções alimentares mais saudáveis, mas por vezes demasiado fundamentalistas. 

Eu não concordo nem com uma nem com outra. Acho que - como em tudo na vida - o meio termo é o melhor caminho. O ideal é haver alternativas para todos, para que haja liberdade de escolha. O problema é quando isso não existe e ultimamente tenho ido a demasiadas festas e eventos em que não encontro uma opção saudável que seja. Sumos só com gás, bolos só com muito açúcar e com coberturas doces, muito doces, e nada de uma salada de frutas ou de umas espetadas de fruta ou de tomate com queijo fresco; nem sequer umas sandes mistas que na minha altura eram obrigatórias em qualquer festa; e iogurtes ou sumos naturais também está escasso...

E pensar que é tão simples fazer gelatinas coloridas, espetadas de fruta, snacks de cenoura, wraps de legumes ou iogurtes com fruta!

O mesmo acontece com os brindes que os miúdos levam para a escola. Quantas vezes é que os vossos filhos levaram para casa um saquinho com canetas, lápis ou até um puzzle ou um jogo que era o brinde da festa do amiguinho X ou Y? Pois, não é preciso pensarem muito, quase de certeza que a resposta é: «nenhuma». As gomas, os chupas, as pastilhas e os chocolates são quase sempre a escolha mais fácil e "barata" (será?!). O problemas é que não é uma vez por mês. Há meses em que há cinco ou seis amigos que fazem anos e depois fica dificil dizer aos nossos filhos que não podem comer as gomas da festa da Constança porque já comeram os chocolates do aniversário do amigo Diogo, certo?

Não é fácil mudar hábitos, mas temos de pensar que nos cabe a nós começar a mudança. Se não fizermos nada de certeza que nada melhora. Por isso, este ano decidi que vou procurar um brinde diferente para a princesa oferecer aos coleguinhas da escola por altura do aniversário dela. Já só tenho dois meses, mas acredito que vou encontrar uma solução em conta e divertida!



Duas da manhã. 

O Pedro acorda. 

Eu levanto-me em piloto automático com ele ao colo precipito-me para a cozinha. 

Ponho a água a aquecer e vejo uns cereais de chocolate na bancada, mesmo ao lado do leite dele. 

Sem pensar, como... 4 ou 5... mais uns na mão livre para levar e vou para a sala dar-lhe leite.... 

estou quase a terminar e de repente parecer que tomo consciência da realidade: ' merda, comecei ontem a fazer dieta... e estava a correr bem!'

Sim, nisto das dietas são as noites que me assustam...

Regra para as próximas noites: não deixar nada perigoso na bancada da cozinham, nem na sala e muito menos na mesa de cabeceira. 

Trabalho para hoje: acordar mais cedo e fazer uma caminhada de 1 hora.

O que aprendi? Que noites ou deslizes destes vão sempre acontecer. Mas não nos podem demover. Há que usar a 'teoria da compensação'. Admitir o erro e compensá-lo com exercício extra e não desanimar. Se não tiverem tempo para a caminhada, podem sempre fazer uns abdominais antes de sair de casa ou estacionar o carro mais longe e subir escadas em vez de usar o elevador.

Voltámos à Academia Time Out e voltámos a trazer não uma, mas duas receitas super tentadoras de tão fáceis e deliciosas que são. O objetivo não era simples, mas a minha querida Teresa Cameira voltou a ser bem sucedida e conseguiu criar duas receitas que cativaram a exigente audiência de palmo e meio: bolachas de manteiga de amendoim (não tinham como falhar, sobretudo com pepitas de chocolate por cima) e umas surpreendentes barritas crocantes de milho e chocolate super simples de fazer.


Segunda-feira pareceu-me o dia ideal para as partilhar com vocês porque é aquele dia em que há uns quantos meninos e meninas que não querem ir para a escola. O fim de semana foi bom de mais para durar só dois dias... os pais concordam. 







Desta vez, a princesa Leonor mostrou os seus verdadeiros dotes culinários: queria partir o ovo ainda antes de ter permissão para o fazer; adivinhou a ordem dos ingredientes todos; fartou-se de mexer tudo muito bem e só desistia quando estava mesmo cansadinha; e provou tudo... mesmo que diretamente da colher que usou para mexer (ahahaha).

E se no início só queria entrar no workshop da Samsung Chef Experience para cozinhar, no final só queria sair para mostrar ao papá e ao mano as bolachinhas que tinha feito e que levava numa caixinha de papel. Ficaram tão boas que o papá está farto de pedir para repetirmos, mas desta vez cá por casa.






Mais um estudo e mais uma conclusão que vem dar razão a outros estudos anteriores: comer fruta é super saudável e importante, não só para a nossa saúde, mas também para a dos nossos príncipes. 

Segundo um estudo intitulado Canadian Healthy Infant Longitudinal Development Study, as grávidas que incluem fruta na sua ementa diária têm bebés com melhor desempenho cognitivo, ou seja, mais inteligentes. 


Os benefícios de ingerir mais de uma peça por dia de fruta são comparados aos benefícios que o bebé tem quando fica mais uma semana no útero materno. 

O estudo acrescenta que há um desvio de seis a sete pontos a mais no QI dos babies cujas mães têm o hábito de ingerir três peças de fruta por dia. Contudo, os especialistas deixam um alerta. Também aqui deve haver moderação porque comer fruta em excesso pode ser contraproducente. «A frutose em excesso pode ser depositada em forma de gordura no fígado, é preciso ter cuidado», alerta o obstetra Alberto D'Auria. 
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Sobre mim

Patrícia Ramos. 36 anos. Mãe de uma princesa Leonor com 5 anos e de um baby Pedro com 2.
Ex-jornalista e atual assessora de imprensa. Apaixonada por viagens, moda, livros e praia.
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