Marcas Avant-Garde

Patrícia Ramos. Com tecnologia do Blogger.
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Mochilas Ergonómicas | PVP: €16,99 | Lidl Portugal 
A aquisição da mochila para os miúdos é possivelmente a compra mais importante de todas no regresso às aulas (excluindo os manuais escolares, como é óbvio). 
Porquê? 
Simples: acompanha-os quase sempre o ano letivo inteiro; aguenta chuva, sol, vento, frio e protege todos os restantes materiais escolares - e que não são poucos; e muitas vezes até serve para levar os equipamentos desportivos para as atividades extra-curriculares. 

Além de ter de ser resistente a tudo e mais um par de botas, ainda tem de ser confortável e permitir uma utilização que não sobrecarregue a coluna, que não provoque desvios no corpo ao caminhar e que seja ajustável à altura, estrutura e peso da criança. 

Depois do blá, blá, blá que ouvimos todos os anos e de sermos bombardeados pelas marcas com milhares de opções e nem todas assim tão agradáveis para a carteira dos pais, a verdade é que ficamos meio perdidos, certo?

Este ano, decidi partilhar com vocês uma oferta que me parece das melhores do mercado por ser durável, mas também por ter um preço acessível (16,99€). Além disso, está disponível em cores que não se sujam muito (daqui a uns meses agradecem-me); e tem imensas funcionalidades, incluindo uma capa impermeável incorporada; várias bolsas, incluindo uma com proteção almofadada para o portátil e outra térmica para a comida; zonas laterais para transportar garrafas de água; alças largas e almofadas; altura das alças ajustável consoante a altura da criança/jovem; costas almofadas e com uma zona transpirável; cintos para apertar a mochila à frente; e um pequeno refletor tanto na mochila como na capa protetora da chuva para facilitar a sua visibilidade à noite pelos automobilistas. 

PS: Com este preço, cheira-me que é melhor correrem =D

Não tem sido por falta de interesse ou motivação (até porque para todos os efeitos é o meu casamento), mas até este fim de semana andava meia perdida entre penteados, contactos com cabeleireiros, orçamentos e horários para a frente e para trás, e muito medo de fazer uma escolha que depois me desiludisse...
Óbvio que me quero sentir bonita no dia do casamento, mas também não quero propriamente estoirar o budget e muito menos estar com um penteado que me obrigue a ficar estática, até porque com duas crianças pequenas, não há noiva que aguente ficar parada a posar para as fotos o dia todo, certo?
Este fim de semana estive no Rock in Rio e experimentei um look tribal no espaço da Lúcia Piloto Cabeleireiros. Mais do que ter gostado do resultado, houve algo que me conquistou de imediato: durou horas e sem grandes pressões ou cuidados. E se aguentou o ritmo, calor e intensidade de um festival, aguenta tudo, certo?

No entanto, pensei logo: «ups, vou gastar um pequeno balúrdio porque Lúcia Piloto é Lúcia Piloto». Mas o que é verdade é que às vezes nos retraímos e afastamos das grandes marcas ou nomes porque tememos gastar mais do que no cabeleireiro da esquina e o que é certo é que nem sempre é assim. Por isso, não há nada como procurarmos informações e foi que fiz. 

Em todos os pedidos de orçamento que solicitei, os valores só para hairstyle rondavam os 150/200 euros com direito a ensaio; e se quisesse make up o "pack" facilmente chegava aos 250 euros...

Ora bem, na Lúcia Piloto o pack mais económico tem esse mesmo valor, mas ainda inclui pedicure e manicure, ou seja, menos umas quantas preocupações e com a garantia de que vou gostar (que é o mais importante).

Ainda não escolhi o look e não vou mostrar antes do grande dia porque o noivo é muito curioso e de vez enquanto vem aqui espreitar para saber mais pormenores para o casamento...





Se são noivas e ainda não trataram desta questão..

deixo-vos cinco dicas que podem dar uma ajuda: 


- Sigam o vosso feeling. Bem sei que isso não é garantia de nada, mas estar tranquila com o profissional ou com o espaço ou mesmo com a recomendação de um amigo pode ser meio caminho para lidar com todo o processo com mais tranquilidade e de forma mais positiva;

- Peçam orçamentos. A minha mãe costuma dizer que o «não é garantido» e que «quem não pede não ouve Deus» e sinceramente não está longe da realidade. Não é por ser uma grande marca que não pode ter uma oferta que vá ao encontro do que precisam. Óbvio que um cabeleireiro como a Lúcia Piloto Cabeleireiros tem programas The Beauty Bride dignos de princesas de contos de fadas com tratamentos de rosto, massagens, esfoliações, depilação, hidromassagem e afins, mas quando o vosso orçamento não permite, há outras ofertas que podem responder às vossas reais necessidades e exigências;

- O simples não precisa de ser aborrecido. Sempre fui apologista da simplicidade e no que respeita a casamentos mantenho a premissa, até porque é mais fácil resultar um look simples do que ter grandes expetactivas e depois estas serem defraudadas no momento-chave. E tudo o que não queremos é estar ainda mais nervosas no grande dia, certo? No entanto, confesso que tenho uma preferência por cabelos apanhados e elegantes; e por make up natural. Podem por exemplo exmperimentar uma manicure mais arrojada para fugirem ao tradicional e não terem um look "aborrecido" ou previsível;

- Abusem das pesquisas. Usem hashtags como #wedding ou #bride no Instagram; consultem o Pinterest para tirarem ideias, seja para o penteado, para o vestido, maquilhagem e até propostas de decoração;  e investiguem a fundo sites como o Casamentos.pt para pedirem orçamentos e tirarem ideias para o grande dia. 




Bem sei que ainda falta imenso tempo para o outono, mas a verdade é com esta ausência de sol e com temperaturas abaixo dos 20 graus parece que já lá chegámos.
Por isso, não é nada estranho começar já partilhar algumas das propostas para a próxima estação, certo?
Hoje deixo-vos com algumas sugestões do Grupo Tendam que engloba as marcas women'secret, Springfield, Cortefiel e Pedro del Hierro. 

women'secret 








Springfield







Cortefiel  









Pedro del Hierro






FOTOS | Inês Lamego 


Não há estudos que comprovem qual o impacto das radiações eletromagnéticas no ser humano, mas a verdade é que há cada vez mais casos que as relacionam com a possibilidade de desenvolver alguns tipos de cancros e há inclusivamente decisões que nos levam a pensar no perigo que podem representar. A título de exemplo, em 2015, a França proibiu o wi-fi nas creches e em 2017 um tribunal italiano reconheceu que o uso excessivo de telemóvel provocou um tumor. 

Apesar de não ser médica, nem cientista, sou mãe e isso torna-me mais sensível a estas questões, sobretudo porque hoje os miúdos são cada vez mais utilizadores frequentes de smartphones, tablets, TV, videojogos e até de wi-fi que existe em quase todo o lado, inclusivamente nas nossas casas. 

Por isso, quando fui desafiada pela Life Maxx a experimentar os novos patch que reduzem as radiações absorvidas pelo nosso organismo, protegendo-o contra os efeitos biológicos térmicos e não térmicos que estas radiações provocam, nem pensei duas vezes. 

Esta tecnologia é já uma referência mundial, é fabricada em França e dispõe de diferentes patch consoante o aparelho ou o local onde o queremos colocar. 

Dá para colar na parte de trás do smartphone (e não afeta a qualidade das chamadas, nem o acesso à internet = checked), na televisão lá de casa, nos portáteis e nos tablets, nos videojogos, e até nas impressoras e scanners conectados e nos auriculares com bluetooth e nos auscultadores sem fios. E espantem-se ainda mais quando vos disser que também há um patch concebido para os veículos híbridos e eléctricos e até para espaços abertos, como a sala da nossa casa ou o escritório do trabalho. 

Lá em casa já temos nos smartphones dos papás porque os príncipes adoram mexer neles de vez em quando e no tablet que usam ocasionalmente (mas com horário e regras). 

No entanto, ando a pensar num patch para a sala porque é lá que está a TV, o wi-fi, a PlayStation e mais um sem número de aparelhos potencialmente perigosos para eles, mas também para nós. 

A proteção é um bocadinho como o amor, nunca é demais. 

+ info e preços aqui: www.life-maxx-shop.pt



Fotos | Inês Lamego 


Fui convidada pelo Lidl a experimentar o robot de cozinha Monsieur Cuisine da Silvercrest que chega amanhã, dia 5 de março, às lojas e passei a semana toda a tentar arranjar tempo para o fazer, até porque acabou por coincidir com a preparação da festa de aniversário do baby Pedro. O timing era perfeito, mas a minha agenda esteve longe de o ser. Por isso, entre reuniões, miúdos e muito trabalho, acabámos por decidir que seria o papá a cozinhar desta vez. 

Ele pode não ser o melhor cozinheiro de todos os tempos, mas tem uma veia artística que lhe permite conseguir um resultado final quase digno de um grande chef. Sim, até eu que cozinho diariamente fico surpreendida e desta vez não foi exceção. 



O resultado foi um bolo de chocolate em formato XXL decorado com massa de açúcar em forma de leão. Eu não teria feito melhor. Mas não foi só o aspeto que resultou, a textura estava perfeita e o sabor também. Cheira-me que vamos começar a receber pedidos de cake design nos próximos aniversários. 

Como não fui eu a 1ª utilizadora do Monsieur Cuisine cá em casa, resolvi perguntar ao papá o que achou. "Simples" foi a primeira palavra e "intuitivo" foi a segunda. Não me pareceu nada mal, até porque o resultado final deixou-me sem palavras. 


No entanto, já a comecei a explorar e já percebi que esta novidade tem duas óbvias vantagens face à concorrência direta: o preço (€249,99), o mais baixo do mercado; e o facto de ter mais potência (1800W) e mais temperatura (até aos 130ºC) do que os robots de outras marcas. 

Além disso, permite cozinhar, refugar, cozer a vapor, amassar, bater, misturar, triturar, pesar e até picar  gelo, o que é ótimo para os cocktails de verão. O recipiente tem uma capacidade de 2,2L, o que é adequado para uma família de 4, como nós, e além do livro de receitas, há uma app que nos ajuda a planear o que pretendemos cozinhar quando chegarmos a casa.

Para hoje vamos fazer um risotto de cogumelos que é o meu preferido, mas já ando a tirar ideias para os próximos dias.




Mas como sei que ficaram curiosos com o bolo de chocolate, aqui fica a receita para poderem também fazer em casa, ou porem os vossos maridos a treinarem. 

O Monsieur Cuisine acaba por ser um incentivo para que eles cozinhem mais e acaba por vos dar mais tempo livre, seja para estarem com os miúdos, seja para terminarem trabalho que trouxeram para casa ou até mesmo para aquele banho de imersão com que andam a sonhar há meses. Mas mesmo que sejam vocês a cozinhar, há uma coisa que este robot dá sempre: mais tempo livre e menos tempo a mexer o tacho do refugado ou a controlar se não pega ao fundo. Sim, a maior parte da receitas é só mesmo pôr lá dentro os ingredientes e deixar a fazer, enquanto vocês aproveitam para relaxar um bocadinho depois de um longo dia de trabalho.





Receita Bolo de Chocolate XXL

Ingredientes:
500 gramas de açíucar
300 gramas de óleo
300 gramas de leite meio gordo
8 ovos (tamanho S)
250 gramas de chocolate em pó
400 gramas de farinha
2 colheres de chá de fermento

Todos os passos:
1º Pré-aqueça o forno a 180ºC;
2º Coloque todos os ingredientes no copo, excepto a farinha e o fermento, 
e programe 3/4 minutos a 37ºC, no nível 3;
3º Unte a forma rectangular com margarina e farinha;
4º Acrescente no copo misturador a farinha e o fermento através de uma rede
para que esta fique mais leve e fina;
5º Programe 20 segundos no nível 4;
6º Confirme se a farinha se misturou totalmente ou
faça-o com recurso à espátula que vem no kit;
7º Leve ao forno a 180ºC durante aproximadamente 55 minutos
e confirme se está cozido com um palito ou um pau de esparguete.




Ser mãe não é profissão; não inclui horas extra remuneradas pelas noites em branco com eles ao colo doentes, nem sequer prémios pelo número de roupa ou loiça lavadas e muito menos subsídios de férias ou de Natal e até essa coisa de tirar uns dias/horas nem sempre (ou quase nunca) funciona. 

Ser mãe não dá progressão na carreira, subidas de escalões ou rendimentos extra, não é sinal de prestígio aos olhos da sociedade e muitas vezes até é usado como fator de exclusão. 

Quantas vezes já vos perguntaram em entrevistas de trabalho se têm filhos? E quantos? E de que idades? «E há alguém que consiga ficar com eles se você trabalhar até mais tarde ou se tiverem doentes?»

E quantas vezes não vos ligaram de volta daquela entrevista que correu lindamente e que vocês sabiam que cumpriam todos os requisitos?

Isto já para não falar do facto de tantas vezes nos olharem de lado na fila do supermercado, no restaurante e até nos hotéis porque os nossos filhos decidiram fazer birra e estão a incomodar os demais presentes. 

Não, não temos férias, não temos bónus ou sequer salário, é mais uma espécie de voluntariado por tempo indeterminado. 

Mas temos outras coisas e tão boas. Há beijinhos e abraços quando acordam e se tivermos sorte, às vezes, há um "amo-te muito"; há um correrem para os nossos braços quando os vamos buscar ao colégio como se não nos vissem há dois meses; há a sensação de colinho mágico que funciona para curar quase todas as mazelas das quedas e parar todas as lágrimas das birras; há um acordar todos os dias com a certeza de que o dia não será igual ao anterior, nunca há monotonia ou tédio; há o voltar a ter três anos (ou menos) com alguma regularidade quando nos sentamos no chão a fazer construções de LEGO (mesmo com dores de costas) ou o voltarmos a fazer desenhos ou pinturas coisa que achávamos que já nem sabíamos fazer; há o ouvir elogios simples, sinceros e desinteressados como "estás tão bonita mamã" ou "tens uma cabelo lindo" - quando na verdade nesse dia até pensámos em rapar o cabelo de tão indomável que estava...

Podia alongar-me ainda mais e falar da magia de vê-los a dormir à noite, tranquilos e serenos, e nos seus sorrisos e gargalhadas contagiantes e inocentes, mas tudo o que pudesse escrever seria sempre insuficiente para descrever o que é ser mãe. 

Ser mãe não se explica-se, sente-se!

Sim, as montras estão cheias de preços apelativos, mas a oferta já começa a escassear porque houve imensa gente a aproveitar os últimos dias do ano para trocar presentes de Natal e outros tantos a comprarem algumas peças para dar um turn over ao guarda-roupa de Inverno. 

Eu opto sempre por ver tudo online primeiro para facilitar o momento da compra é que com dois filhos pequenos cada minuto faz diferença. Ou seja, quando chego à loja já sei ao que vou. Se já está esgotado ou não há o meu número ou simplesmente não me favorece parto para a peça seguinte da minha lista de favoritos sem grandes dramas.

Aqui ficam algumas das peças que me convenceram online e que estão a preços muito interessantes. 

Agora, let's go shopping! Pode ser que ainda consiga encontrar alguns destes artigos... ou não. 
Design | Inês Lamego 


As lantejoulas e os brilhos continuam a marcar as tendências de moda e estão em quase todas as propostas de looks para o Réveillon. 
Hoje partilho com vocês algumas propostas de vestidos da H&M e da Zara que não a vão deixar passar despercebida. 
Votos de um 2018 cheio de sucesso e muito brilho!

Design | Inês Lamego 

Não, não se coloquem em despesas comigo, mas aqui ficam algumas ideias de presentes de Natal que eu não me importava nada que fossem parar debaixo da minha árvore de Natal!!!

Há para todos os gostos e carteiras e há de tudo um pouco, incluindo propostas que podem dar um jeitão para a festa da Passagem de Ano e outras que são "para a vida". 

Se ainda não terminaram as compras de Natal, estas podem ser boas ideias! Espero que gostem.

Design | Inês Lamego 

A Primark celebra os 25 anos da Disneyland de Paris com uma linha de produtos especiais para este Natal que incluem camisolas e pijamas confortáveis e divertidos alusivos a figuras do nosso imaginário infantil como a Minnie, o Mickey, o Bambi e a Bela e o Monstro.


A par desta linha para todas as idades, há ainda decorações de Natal especiais como por exemplo as bolas decorativas do Mickey e da Minnie para fazer qualquer árvore de Natal brilhar ainda mais. 











Ontem, do nada, a minha princesa disse-me que o namorado era muito malandro e que se calhar era melhor arranjar outro... mas não era um qualquer, era o amigo do namorado... o D...

Acabei por lhe perguntar se o D. era mais querido, ao que me respondeu que sim, e depois perguntei-lhe se ele gostava dela, ao que me disse que não...

«Então se calhar não podem ser namorados princesa...», respondi-lhe.

Ficou uns segundos a pensar no assunto e acabou chegar a uma conclusão no mínimo brilhante:

«Pois mamã, mas eu vou continuar a ser namorada do A. porque gosto dele... e ele é lindo, tem uns olhos lindos e um cabelo bonito e roupa bonita...»

Interrompi-a para lhe perguntar se estava a namorar com o A. por ele ser bonito de todas a formas e feitios ou se era por ele ser querido com ela. 

«Porque é querido comigo...»

Uffa fiquei mais tranquila... depois decidiu que o assunto tinha terminado e que estava na hora de voltar à brincadeira, até porque o papá estava quase a chegar.

Só espero que ela daqui a 10 anos continue a desabafar comigo da mesma maneira... o que sinceramente duvido porque a maioria dos adolescentes preferem contar estas coisas às amigas e não tanto às mães e quase nada aos pais... 


Como sabem as últimas semanas/meses têm sido tudo menos normais. Entre mudança de casa, despedimento, novo emprego, zero férias e muito trabalho, tem sobrado pouco tempo para fazer uma das coisas que mais prazer me dá, que é escrever aqui.

Já perdi a conta aos posts que comecei e que acabaram no rascunho; das ideias que apontei no iPhone (onde aliás estou a escrever este texto) e que não passam disso mesmo: planos para um dia com mais tempo; e até das fotos que tirei e que não consegui partilhar no momento porque há duas baterias que falham: a minha e até a do iPhone. Sim, já ouvi falar de power bank mas até essas me tenho esquecido de colocar na mala ou levo-as e depois descubro que estão a zeros. 

Cansada, muito. Mas também feliz. Descobri uma nova profissão que me preenche e com a qual me identifico. Tenho os fins de semana quase todos para estar com a minha família. E deixei de andar de carro, ou seja, já não há trânsito nem hora de ponta e há algo novo: posso ler quase meia hora todas as manhãs. E que saudades que eu já tinha de levar um livro na mala. 

Agora resta-me começar a adaptar-me a estes novos horários e rotinas e começar a definir momentos para o blog e momentos para o ginásio... sim porque essa é outra parte que tem sido negligenciada nesta nova fase da minha vida.



O último ano foi tudo menos "normal". 

Lá em casa passámos a ser 4 em vez de 3; os príncipes foram para um colégio novo; mudámos de casa porque a família aumentou; fui despedida quando ainda estava em mudanças; vi os planos de férias gorados; e acabei por começar a trabalhar num sítio novo e numa área nova.

No meio de tantas mudanças e de uma vida quase nova, fica um misto de sensações. Se por um lado só posso agradecer o facto de ter conseguido arranjar um novo emprego tão rápido e de não ter ficado a desesperar em casa entre entrevistas e CV's; por outro há uma sensação de vazio, é que este ano não há férias, pelo menos para mim.

E neste momento, quando começam a chegar os dias de calor e quando chega o mês de Junho e toda a gente já só fala em férias e viagens, dá um nó na garganta pensar que não vou poder ir com os miúdos para a praia, dormir sestas depois de uns mergulhos na piscina, fazer uns churrascos e uns piqueniques e até de não fazer nada... apesar de ter noção de que com duas crianças não há muitos momentos de "dolce fare niente" ahahha 

E a juntar à falta de férias, o novo colégio fecha durante o mês de agosto, ou seja, lá vamos nós ter de apelar à boa vontade dos avós para ficarem com eles durante um mês inteiro, o que não é fácil, sobretudo porque eles ainda precisam de imensa atenção, sobretudo o baby Pedro, porque que ela felizmente já começa a achar piada ao brincar sozinha e normalmente passa horas a pintar, a desenhar, a jogar à bola com o mano ou a ver desenhos animados na TV. 

O que mais me angustia é mesmo não estar com eles, mesmo que não houvesse grandes viagens, o facto de não estar com eles é o que me deixa de coração apertado. Por isso, quando há semanas com dois feriados - como a próxima - fico em pulgas, ansiosa por poder levá-los à praia ou ao parque e já faço planos mentais de piqueniques no jardim e de passeios a 4. Este ano vai ser assim... aproveitar ao máximo os fins de semana livres; tornar os feriados em dias com 48h para dar para fazer tudo e mais alguma coisa com eles; e desejar que em outubro ou novembro tenha pelo menos uma semana para poder estar com os meus três amores. 


Ao que tudo indica a princesa não namora com o L. («Uffaa!!!» - pensa o pai)

Mas na verdade ela acaba por me confessar ao ouvido que o L. não é seu namorado porque quando a mãe o vai buscar ao colégio, ele não lhe dá um abraço e um beijo... aquilo parte-me o coração, mas não digo ao pai o teor da conversa porque é uma espécie de "segredo" nosso. No entanto, ele continua curioso e volta a questioná-la se namoram...

E a resposta não podia ser mais politicamente correta. As meninas realmente aprendem rápido a dar a volta aos pais e diz-lhe: «Papá, eu não namoro com o L. porque ainda não tenho idade para namorar...»

O pai relaxa, fica mais tranquilo, mas em tom de brincadeira acaba por dizer que tem de treinar a pontaria [ahahaha]. 

A princesa muda de assunto, diz que afinal namora com o mano Pedro, assim como o pai namora com a mãe. Rimo-nos e conseguimos acabar o jantar sem voltar ao tema. 

Mas eu confesso que estou curiosa, queria perceber quem é o "famoso" L. 

Ser pai de menina não é o mesmo que ser pai de menino e isso vê-se logo nos comentários que começa a ouvir ainda a princesa não saiu da maternidade. «Vais ter de arranjar licença de porte de arma» ou «é tão linda... estás tramado quando ela crescer» são algumas das frases mais comuns. 

E o pai começa logo a sofrer por antecipação, mas vai desvalorizando porque ela ainda é tão pequenina e ainda falta tanto tempo... o problema é quando ela meio em confidencia, aos quase 4 anos, acaba por dizer que gosta do L. e que ele gosta muito de lhe dar abraços e beijinhos. 

Pânico instalado!!! O pai pensa em tudo. Onde anda a caçadeira, qual o perfil de Facebook da criança (não tem é óbvio, mas o pai nesse momento nem raciocina direito), quem são os pais, onde mora, quantos anos tem... 

E ela saí-se com um «a mãe já sabe... eu já lhe disse». Ups. O pai vira-se para a mãe (leia-se eu) e verbaliza as perguntas todas de rajada. 

Pois, realmente não é a primeira vez que ela fala do L., que é da turma do lado, ou seja, tem mais um ano do que ela e é o menino que gosta muito de lhe dar beijinhos e abraços no recreio. 

No meio disto tudo ela diz ao pai que ele tem «15 anos e que anda na Primária (!!!!)». O pai pergunta «como?» e esquece-se que é impossível ser da primária porque o infantário termina na sala dos 5 anos e que a idade é apenas uma suposição dela que na verdade também não sabe bem diferenciar o que é ter 4 anos, 15 ou mesmo 25. 

O pai acaba por dizer que quer saber quem é que ele é... e que vai "sondar" no dia seguinte. E ela desabafa um: «ó pai, eu também não sei quem ele é...» [gargalhadas da mãe]

A conversa fica mesmo por ali, não vale a pena alimentar... «São crianças» e como é bom ser criança e ter a inocência de uma criança. 

Já fez um mês que comecei a minha cruzada contra o excesso de peso e ainda hoje me custa ver o ponto a que cheguei e saber que tenho o dobro da gordura que devia ter. No entanto, quando encontro roupa antiga percebo perfeitamente para onde é que os quilos extra foram parar.

Gostava de ser daquelas pessoas que comem sem parar e que a comida vai para um sítio que nem os próprios sabem. Ou então de não gostar tanto de doces, nem de salgados. 

Seria mais fácil, mas possivelmente não percebia o conceito da dieta como estou a perceber. A dieta não é apenas uma dieta. Na verdade nem pode ser vista dessa maneira. Deve ser encarada como uma mudança de rotinas e de estilo de vida. 

Ser saudável compensa e para já compensa na hora de comprar roupa. As camisas e as calças já começam a assentar melhor e já começo a conseguir ir às lojas "normais" sem ficar fora da tabela apertada que em muitos casos vai do XS ao L... e eu estava no XL...

Apesar de ter tido mais sucesso nas duas primeiras semanas de dieta - menos 2kg e menos 10 cm na cintura -, a verdade é que no total já foram 3kg. Ou seja, menos três pacotes de arroz ou de açúcar a sobrecarregarem a minha coluna e as minhas pernas. E o que é certo é que já começo a sentir a diferença. 

E a ajudar, regressei ao yoga e ao pilates para corrigir a minha postura, que em parte foi prejudicada pelas duas gravidezes, mas também pelo peso que tenho a mais. Sinto-me efetivamente mais leve e só isso é suficiente para me fazer querer continuar a cortar nas porcarias e a fomentar um estilo de vida mais saudável.

Há aqueles bebés que dormem mal nos primeiros meses por causa das cólicas - como foi o caso da princesa Leonor -, há aqueles que fazem os pais "sofrer" os pais um bocadinho mais porque prolongam as noites mal dormidas porque ainda mamam e acabam por ficar "dependentes" do colinho e da mama, e depois há o baby Pedro que está quase com 14 meses e dormir mais de 2 ou 3 horas de seguida no berço é complicado...

Hoje quando o fui buscar ao colégio, as educadoras do segundo berçário - onde ele já passa mais de metade do dia porque não quer estar com os "bebés" da sala dele disseram-me «ele quando chega a casa deve ir quase direto para a cama de tão cansado que vai daqui, não? É que ele não pára!»

Pois, era bom que assim fosse, mas infelizmente isso deve acontecer uma vez por mês no máximo. Um fim de dia típico na vida do baby Pedro nunca é tranquilo. Vou buscá-lo entre as 18h e as 18h30, chega a casa brinca uns 10 minutos e a seguir agarra-se às minhas pernas. Enquanto acabo de preparar o jantar peço umas 10 vezes ao pai ou à mana para o virem buscar porque tenho se não fica difícil cozinhar e pôr a mesa. Janta e aqui nunca há grande dificuldade porque come bem (pelo menos isso) e depois "arrebita" e volta à brincadeira. Corre a casa toda, quase sempre a jogar à bola ou com um balão, desarruma o quarto da mana de uma ponta à outra e quando lhe pego para o pôr a dormir chora. Para imaginarem o choro que é, a minha vizinha de baixo até já me perguntou o que é que ele tem...

Entre as várias tentativas para o adormecer acaba por voltar a ficar com fome e assim que vê a mana a beber leite vai a correr para a cozinha a apontar para o frigorífico a reclamar o seu biberão. Enquanto a mana bebe uns 160 ou 170ml, ele não se contenta com menos de 270-300 ml, ou seja, o biberão quase cheio. Se é menos, volta a chorar e agarra-se ao biberão como se isso fosse aumentar a quantidade de leite que lá se encontra...

Noite sim, noite não acaba por adormecer a seguir ao leite. Mas nem sempre aceita ficar no berço. Passado umas 3horas lembra-se que tem fome e acorda... umas vezes acabo por lhe dar leite e voltar a pô-lo no berço, outras fica irrequieto e não quer ir para lado nenhum, a não ser estar no meu colo. Tantas noites que, de cansaço - meu, claro! - acabamos por dormir um par de horas no sofá para tentar não acordar a mana com o choro estridente. E muitas vezes volta a pedir leite mais uma vez, assim mais perto da madrugada, do estilo 5 ou 6h da manhã..,

E nem vir para a nossa cama funciona porque quando lhe dá a fome grita e chora e empurra-me numa postura do estilo: «vai lá aquecer-me o leite! Está na hora!»

Depois de quase 14 meses a dormir por turnos ou toda torta no sofá com um pestinha grudado no meu colo, digo várias vezes que se ele tivesse sido o primeiro não havia mais babies cá por casa. E se houvesse iria demorar mais tempo... uns 6 ou 7 anos, pelo menos até eu conseguir esquecer estas noites. 

Conselhos e dicas aceitam-se... com urgência porque a minha sanidade mental anda a escassear...

Com a mudança de casa, a organização das coisas e as inúmeras visitas que temos recebido, tem sobrado pouco tempo para os programas com os príncipes, mas hoje quando vi a nova campanha da Mustela de oferta de lancheiras isotérmicas bateram as saudades dos piqueniques. 

Não há nada melhor do que ver os príncipes a correrem pelo parque, a andarem nos baloiços e nos escorregas, a explorarem com os dedinhos pequeninos as texturas da relva, da terra e das flores, a conhecerem os insetos e os animais que por ali habitam e a darem gargalhadas sinceras e puras. 

Outro momento delicioso é aquele em estendemos a toalha e as mantas no chão e eles aproveitam para rebolar lá em cima nos segundos seguintes. Sim, acabamos sempre por ter de os "expulsar" e voltar a estender a toalha para podermos colocar as saladas, sumos, fruta, loiça, talheres e afins. 

Vamos tentar aproveitar este fim de semana para "recuperar" as rotinas de piquenique. Mas desta vez além das lancheiras dos papás, os príncipes também vão poder levar as suas próprias lancheiras que até agora têm sido usadas pela Leonor para guardar os brinquedos e tralhas - é que ela está sempre de viagem ahahaha :)

Informação extra: as lancheiras isotérmicas Musti já estão disponíveis e vêm em três cores/gamas: azul (gel lavante + Hydra Bebé corpo para pele normal - PVR: 21,61€), amarelo (gel Cold Cream + leite corporal para pele seca - PVR: 23,86€) e verde (creme lavante + creme emoliente para pele atópica - PVR: 29,59€).
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Patrícia Ramos. 37 anos. Mãe de uma princesa Leonor com 6 anos e de um baby Pedro com 3.
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