Há uns dias, a Cláudia perguntou-me se alinhava participar num desafio que consistia em destralhar durante 28 dias... nem pensei duas vezes e disse na hora que sim.
No dia seguinte, voltei a ler a mensagem com calma, comentei com o meu marido que se riu porque já me conhece muito bem, e fiquei com ar de pânico quando percebi que tinha aceite livrar-me de 406 objetos que considerava estarem a mais em nossa casa.
Olhei para ele que se continuava a rir e que acrescentou que se calhar iria ter de escolher entre ele e a TV da sala, que tem a "grande vantagem de ter muitos canais" - acrescentou e eu sorri.
De facto, devemos levar a vida com uma certa leveza e sentido de humor e ele ensinou-me isso mesmo. Óbvio que passados uns minutos estava a tropeçar em livros e brinquedos dos miúdos e percebi perfeitamente que não ia ser nada difícil encontrar 406 coisas supérfluas, inúteis, desnecessárias, ou que estão simplesmente a mais lá por casa.
Bem sei que deve haver medicamentos fora do prazo por confirmar; roupa que já não serve aos miúdos e que está no fundo das gavetas das cómodas; papéis, revistas e faturas que se acumulam porque podem fazer falta; brinquedos com os quais a princesa Leonor e o baby Pedro já não brincam provavelmente há meses; e, sobretudo, peças de roupa de uma "Patrícia pré-maternidade" com quais a atual Patrícia ainda sonha, mas que tem noção que não irá voltar a vestir - seja porque não vão de facto servir porque a forma do corpo muda, seja porque o gosto também muda, ou seja simplesmente porque a moda e as tendências não são as meses de há 6 anos, certo?
Embarco nesta viagem a caminho de uma vida mais minimalista com algum receio, mas sobretudo com muita vontade de me libertar da tralha que me impede de sentir mais livre.
Somos 11 viajantes, somos todas diferentes, mas estamos todas unidas por uma vida mais simples e mais feliz.
Convido-vos a acompanharem esta experiência nas contas de Instagram das 11 embaixadoras (links diretos abaixo), a seguirem o hashtag #28diasadestralhar; mas também vos desafio a fazerem parte deste movimento e desta viagem meio louca.
Tenho a certeza que no final vamos estar todos mais leves.
(ordem alfabética para terminarmos o desafio todas amigas ihihih)
Depois de um Natal de consumismo, chega a festa de passagem de Ano também ela demasiado consumista.
Para contrariar esta tendência, trago-vos algumas ideias para reduzirem a pegada ambiental desta celebração em vossa casa.
- Não usem balões. Prefiram fazer decorações com papel que ia para o lixo e que pode ser recortado e ganhar a forma de "balões" típicos das festas dos Santos Populares ou simples origamis. Para isso, podem ir buscar os desenhos dos miúdos ou pedir para que estes pintem as folhas com formas divertidas e cores fortes.
- Esqueçam os confettis "tradicionais". O ideal é apanharem folhas de árvores de várias cores e com um furador façam as vossas próprias bolinhas (borboletas, corações...). Além de não gastarem dinheiro, estes confettis são biodegradáveis.
- Tudo o que são copos, pratos, talheres e palhinhas de plástico têm de ser banidos. E há 2 alternativas: ou compram de papel ou material reciclado e que pode ser reutilizado ou usam de vidro e lavam no final da festa ou no dia seguinte...
- Não precisam de gastar dinheiro em "máscaras temáticas" ou placas a dizer "Feliz Ano Novo". Basta imprimirem imagens retiradas da internet ou fazerem os vossos próprios desenhos se tiverem jeito. Depois colocam as crianças a colorir e no final colam naqueles pauzinhos de madeira do último jantar de sushi;
- No que respeita a jogos, tenho algumas ideias bem melhores do que ir à loja ter mais uma despesa. Podem fazer um quizz com perguntas sobre as pessoas que estão presentes - como referi no último post -; podem "brincar" com os 12 desejos, desafiando cada convidado a levar um frasco de vidro onde deve colocar os 12 desejos e aguardá-los por exemplo até ao ano seguinte; ou podem improvisar uma árvore dos desejos ou um estendal onde podem pendurar os papéis de todos e os desejos. Para tornar a ideia mais dinâmica podem sempre lê-los em voz alta e tentarem adivinhar de quem é cada desejo;
- Em vez das tradicionais sobremesas, o que acham de fazer bolinhos da sorte com mensagens divertidas e inspiradoras? Estes fortune cookies podem ser de facto comestíveis ou se tiverem pouco tempo podem simplesmente usar folhas de cartolina com papéis no interior.
O Natal está quase a chegar e esta é oficialmente a fase em que começamos a ver as iluminações, as decorações e as árvores de Natal a chegarem aos nossos lares.
Se não tem ideias, se gostava de gastar pouco dinheiro, se pretende envolver mais os miúdos nesta missão natalícia e, sobretudo, se quer adotar comportamentos mais amigos do Ambiente, pense em reutilizar materiais que tem em casa, como fotografias, enfeites de outros natais, botões perdidos e retalhos de tecidos; veja com atenção restos de madeira, caixas de papel de eletrodomésticos ou placas de esferovite que tenha na arrecadação; dê uma nova vida a telas antigas ou que já não gosta, nem que seja só a parte da armaçãao (ver foto acima); e espreite no Pinterest fotos de temas como eco-friendly, Christmas e Susteinable Decoration.
Aproveito para deixar algumas propostas que me pareceram originais e que permitem que os miúdos vos ajudem e vivam o Natal de uma forma mais genuína do que enfiados em lojas a comprar mais enfeites...
PS: nos embrulhos também podem cortar no papel, nos laços e na fita cola, e usar corda, folhas de revistas e jornais e decorar com fotografias, folhas de árvores secas e fitas de tecido.
Felizmente ainda falta um mês (ou mais, depende da idade dos vossos miúdos) para o regresso às aulas, o que quer dizer que ainda há tempo para férias, praia e piscina (se o tempo ajudar, claro), tempo para a família e amigos, e até algumas compras para que esteja tudo pronto para o arranque de mais um ano letivo para miúdos e de um "back to work" para graúdos.
Hoje partilho algumas propostas da Primark que alegram qualquer quarto, sala ou escritório com cores fortes e com mensagens positivas de "empowerment".
No ano em que celebra 75 anos, a IKEA lança um catálogo muito especial que promete inspirar as famílias portuguesas com histórias que retratam diferentes necessidades da vida em casa.
A nova edição do Catálogo IKEA apresenta as casas completas de sete famílias, cada uma com a sua história particular, convidando os leitores a entrarem nestes lares e inspirarem-se com ideias e soluções para um melhor dia-a-dia em casa.
O principal objetivo é celebrar a vida em casa, com todos os desafios, tensões, necessidades e sonhos.
O novo catálogo da IKEA 2019 chega dia 23 de agosto, mas eu já estive a espreitar algumas das propostas da marca que partilho hoje com vocês.
UM MUNDO DE PALMO E MEIO
O REFÚGIO DOS ADULTOS
PARA OS MOMENTOS DE CONVÍVIO
O SÍTIO PREFERIDO DOS FOODIES
QUANDO MENOS É MAIS